terça-feira, 27 de setembro de 2011

Proposta de redação para terceiro E.M. - Tableau - 28/09/11

Enem - 2004
Os programas sensacionalistas do rádio e os programas policiais de final da tarde em televisão saciam curiosidades
perversas e até mórbidas tirando sua matéria-prima do drama de cidadãos humildes que aparecem nas delegacias como suspeitos
de pequenos crimes. Ali, são entrevistados por intimidação. As câmeras invadem barracos e cortiços, e gravam sem pedir licença
a estupefação de famílias de baixíssima renda que não sabem direito o que se passa: um parente é suspeito de estupro, ou o
vizinho acaba de ser preso por tráfico, ou o primo morreu no massacre de fim de semana no bar da esquina. A polícia chega
atirando; a mídia chega filmando.
Eugênio Bucci. Sobre ética e imprensa. São Paulo:
Companhia das Letras, 2000.

Quem fiscaliza [a imprensa]? Trata-se de tema complexo porque remete para a questão da responsabilidade não só das
empresas de comunicação como também dos jornalistas. Alguns países, como a Suécia e a Grã-Bretanha, vêm há anos
tentando resolver o problema da responsabilidade do jornalismo por meio de mecanismos que incentivam a auto-regulação da
mídia.
http://www.eticanatv.org.br
Acesso em 30/05/2004.

No Brasil, entre outras organizações, existe o Observatório da Imprensa – entidade civil, não-governamental e não-
partidária –, que pretende acompanhar o desempenho da mídia brasileira. Em sua página eletrônica , lê-se:
Os meios de comunicação de massa são majoritariamente produzidos por empresas privadas cujas decisões atendem
legitimamente aos desígnios de seus acionistas ou representantes. Mas o produto jornalístico é, inquestionavelmente, um
serviço público, com garantias e privilégios específicos previstos na Constituição Federal, o que pressupõe contrapartidas em
deveres e responsabilidades sociais.
http://www.observatorio.ultimosegundo.ig.com.br (adaptado)
Acesso em 30/05/04.
Incisos do Artigo 5º da Constituição Federal de 1988:

IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou
licença;
X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano
material ou moral decorrente de sua violação.

Com base nas idéias presentes nos textos acima, redija uma dissertação em prosa sobre o seguinte tema:

Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação?

Ao desenvolver o tema proposto, procure utilizar os conhecimentos adquiridos e as reflexões feitas ao longo
de sua formação. Selecione, organize e relacione argumentos, fatos e opiniões para defender seu ponto de vista e
suas propostas.

Observações:

• Seu texto deve ser escrito na modalidade culta da língua portuguesa.
• O texto não deve ser escrito em forma de poema (versos) ou narração.
• O texto deverá ter no mínimo 15 (quinze) linhas escritas.
• A redação deverá ser apresentada a tinta e desenvolvida na folha própria.
• O rascunho poderá ser feito na última folha deste Caderno.

Proposta de redação para o terceiro E.M. - Tableau - 27/09/11

Ita - 2007
INSTRUÇÕES PARA REDAÇÃO
Considere o trabalho de Barbara Kruger, reproduzido abaixo. "CONSUMO LOGO EXISTO"
Identifique seu tema e, sobre ele, redija uma dissertação em prosa, na folha
a ela destinada, argumentando em favor de um ponto de vista sobre o tema. A redação deve ser feita com caneta azul ou preta.
(In: Mais! Folha de S. Paulo, 02/11/2003.)
Na avaliação de sua redação, serão considerados:
a) clareza e consistência dos argumentos em defesa de um
ponto de vista sobre o assunto;
b) coesão e coerência do texto;
c) domínio do português padrão.
Atenção: A Banca Examinadora aceitará qualquer posicionamento
ideológico do candidato.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Proposta de redação para terceiro ano E.M. - Tableau

ENEM 2005

PROPOSTA DE REDAÇÃO
Leia com atenção os seguintes textos:


“A crueldade do trabalho infantil é um pecado social grave em nosso País. A dignidade de milhões de crianças brasileiras está sendo roubada diante do desrespeito aos direitos humanos fundamentais que não lhes são reconhecidos: por culpa do poder público, quando não atua de forma prioritária e efetiva, e por culpa da família e da sociedade, quando se omitem diante do problema ou quando simplesmente o ignoram em decorrência da postura
individualista que caracteriza os regimes sociais e políticos do capitalismo contemporâneo, sem pátria e sem conteúdo ético.”
(Xisto T. de Medeiros Neto. A crueldade do trabalho infantil. Diário de Natal. 21/10/2000.)

“Submetidas aos constrangimentos da miséria e da falta de alternativas de integração social, as famílias optam por preservar a integridade moral dos filhos, incutindo-lhes valores, tais como a dignidade, a honestidade e a honra do trabalhador. Há um investimento no caráter moralizador e disciplinador do trabalho, como tentativa de evitar que os filhos se incorporem aos grupos de jovens marginais e delinqüentes, ameaça que parece estar cada vez mais próxima das portas das casas.”
(Joel B. Marin. O trabalho infantil na agricultura moderna. www.proec.ufg.br.)

“Art. 4o. – É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.”
(Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990.)


Com base nas idéias presentes nos textos acima, redija uma dissertação sobre o tema:

O trabalho infantil na realidade brasileira.

Ao desenvolver o tema proposto, procure utilizar os conhecimentos adquiridos e as reflexões feitas ao longo de sua formação. Selecione, organize e relacione argumentos, fatos e opiniões para defender seu ponto de vista e suas propostas, sem ferir os direitos humanos.

Observações:
• Seu texto deve ser escrito na modalidade padrão da língua portuguesa.
• O texto não deve ser escrito em forma de poema (versos) ou narração.
• O texto deve ter, no mínimo, 15 (quinze) linhas escritas.
• A redação deve ser desenvolvida na folha própria e apresentada a tinta.
• O rascunho pode ser feito na última folha deste Caderno.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Proposta de redação para o 3º E.M. - Tableau - 21/09/2011

Olá pessoal, ai está a coletânea de textos que vocêm devem usar para montar a dissertação.

O texto devem conter título e ser elaborado entre 20 e 25 linhas.

Bom trabalho.


Entreguem-no na pasta de tarefa em 22/09.

(Textos recolhidos na internet em versões originais com inadequações gramaticais).

As mídias sociais afastam ou aproximam as pessoas?


Quem nunca conversou com uma pessoa desconhecida através da internet? Ou postou alguma foto em uma galeria do Orkut ou em um mural do Facebook? Essa forma de se comunicar é proporcionada pelas mídias sociais que integram em uma cadeia comunicativa, um grande número de pessoas que compartilham interesses em comum.
Mas será que as mídias sociais aproximam ou afastam as pessoas? Na opinião de inúmeras pessoas, as mídias podem oferecer as duas situações, dependendo do contexto e de como são utilizadas.
“Se eu tenho um filho que está no Japão e se o único meio para ele se comunicar comigo é através da rede social, nesse caso eu meu aproximo do meu filho. Mas se eu faço uma festa e convido várias pessoas pelo Facebook, e de 150 todas dizem que vão ao encontro e apenas 20 aparecem, nesse caso a rede afasta”, explica a publicitária Ingrid Freitas.
Para a psicóloga Michelle Carvalho, as mídias sociais são positivas, mas acabam afastando as pessoas se forem usadas em excesso. “Se a pessoa não tiver uma estrutura emocional acaba adoecendo. Mas as redes são positivas e necessárias desde a formação de um grupo ou de uma discussão”, diz Michele Carvalho.
Entre os pontos negativos, a psicóloga enfatiza ainda as relações familiares. “Há relações em quem mães chamam os seus filhos para almoçar através do celular, não conversam com eles. Isso demostra que as redes acabam aproximando quem está longe e afastando quem está próximo”, frisa Michele Carvalho.
AS REDES SERÃO DURADOURAS?
Segundo Sônia Aguiar, professora de Comunicação Social da Universidade Federal de Sergipe – UFS –, as redes sociais são fomentadas por uma razão de mercado e não por uma motivação sociocultural, por isso que surgem tantas novidades e novas mídias.
A jornalista Jéssica Lieko, usuária assídua das redes sociais, citou a famosa frase, ‘eternas enquanto durem’, para explicar se as redes são efêmeras ou não. “Hoje você não vê quase ninguém usar ou falar do Orkut, como era antes. Já o Facebook veio com outras novidades e facilidades. Não sei se um dia as redes serão eternas. Por enquanto, eu acho que elas são passageiras”, opina Jéssica.
Já a professora Sônia acredita que elas são duradouras. “Como conceito as mídias e as redes sociais são duradouras. Agora as ferramentas são voláteis”, diz Sônia Aguiar.
ATENÇÃO
Há perigo nas redes sociais? Segundo a psicóloga Michele Carvalho, uma menina da Bahia que tinha dificuldade de se relacionar com outras pessoas usou a internet como meio de comunicação, mas ela caiu em uma armadilha. “Ela conseguiu um namorado pela internet, que a elogiava muito. Depois de três meses, do nada, ele começou a dizer que o mundo era melhor se ela não existisse, então, a menina se matou. As investigações revelaram que o suposto namorado era uma vizinha da mesma idade que criou a mentira junto com a mãe”, ressalta Michelle.
Por isso, segundo a psicóloga, é preciso ter limites e os pais devem estar atentos às amizades dos seus filhos. “Infelizmente esses casos ocorrem com frequência. É no nosso Estado não existe delegacia especializada para combater os crimes praticados através da internet”, lamenta a psicóloga.
Esse contexto caiu 'como uma luva' para as considerações de Polyana Bittencourt, professora de Comunicação Social da Universidade Tiradentes - Unit. “É preciso entender o que fazer de positivo com as ferramentas”, salienta a professora.


Tecnologia e Aproximação - As redes sociais afastam ou unem as pessoas?
Começo essa análise partindo do pré suposto de que este tema tem 2 faces bem paradoxas.
Um lado do uso das redes sociais e tecnologia é o afastamentos das pessoas pois os filhos ficam presos ao computadores, televisão, videogames entre outros e perdem o desejo de contado com a família e amigos.
Muitas vezes os jovens preferem conversar com seus colega pelo "msn" a sair, dar uma volta e conversar.
Alguns pais reclamam que seus filhos não comem mais à mesa e estão sempre em frente ao computador ou a televisão e que aquele modelo antigo de "jantar em família" à mesa acabou! Outra face desse tema é a interatividade, network, aquisição de conhecimento e maiores possibilidades.
Através da internet muitos jovens fazem amigos que os ajudam nos estudos, fazem contatos de empregos como o "Linked in", adquirem conhecimentos visitando sites de busca ou fóruns específicos e fazem amigos o que auxilia as
pessoas tímidas e conversarem e soltarem-se mais.

Segue abaixo uma matéria publicada no Site Tcmundo mostrando as diversas opiniões sobre o tema:
Debate: passar muito tempo em frente ao computador afeta os relacionamentos sociais?
Há estudos que afirmam que os computadores acabam com
a vida social dos usuários, outros dizem o contrário. Em que você acredita?

Há muitas informações que acusam os computadores e a internet de retirarem dos usuários a capacidade de viver em sociedade, pois transportam toda a carga emocional que seria utilizada na “vida real” para os relacionamentos virtuais. Mas há fontes que dizem justamente o contrário, que os relacionamentos virtuais contribuem para a formação do cidadão e são um alicerce às relações sociais, não um substituto.
O que diz quem acusa?
Apesar de alguns benefícios que a internet e os jogos de computador proporcionam, uma grande parte da sociedade diz o contrário, que na verdade os computadores fazem com que os usuários abstenham-se da vida em sociedade para se tornarem sujeitos alheios aos outros, tendo apenas relações sociais por meio das máquinas.
Essa corrente nega todos os argumentos dos defensores da internet como ferramenta de interação complementar, colocando em debate uma série de acusações, e todas têm um ponto em comum: afirmam que a internet impede os jovens de desenvolverem sua capacidade de cognição social.

Caro leitor,

Bem sabemos que o século XXI iniciou uma nova era na história: A Era Digital. A exatamente 15 anos atrás, quando ainda era uma criança, para me comunicar com meus parentes que residiam aqui no Nordeste, ou mandávamos carta ou comprávamos uma ficha e ia pro orelhão pra ligar. Telefone residencial naquela época era coisa pra rico, Telefone celular nem se ouvia falar! E Computador então?! Só existia em agências bancárias, ou empresas de grande porte! E ninguém nem sabia o que era uma Lan House ou acesso a internet. Daí o tempo passou e chegamos aos anos 2000, o Brasil que era um país super atrasado em tecnologia, começou a inseri-lá no meio social. As empresas telefônicas que pertenciam ao setor público passou para o privado, e com isso foi surgindo a concorrência e o mercado foi ficando acessível. Hoje em dia, todo mundo tem celular, computador e acesso a internet. Mas até aonde isso é bom?

O acesso a internet e o surgimento de redes sociais passaram a aproximar as pessoas. Hoje em dia é possível conversar com uma pessoa que está do outro lado do mundo através de um vídeo chat, ou encontrar pessoas que há anos você não encontra através de uma rede social. Até ai está ótimo. Mas foi com o surgimento das redes sociais que foram surgindo manifestações até então desconhecidas, como o Bullying, por exemplo, que tem gerado muitas discussões na sociedade. E os atos de terrorismo que começam nas redes sociais? Como esquecer as cenas de horror e tristeza vividas no inicio desse ano na escola de Realengo no Rio de Janeiro? Crianças mortas e outras feridas, vitimas de um louco viciado em internet e que já havia divulgado seu ato, antes mesmo de fazê-lo em uma rede social. Quantas Crianças e adolescentes não já foram vitimas de sequestro e outros tipos de violência por pessoas que conheceram em redes sociais? Pois é, e se pensarmos que isso só acontece nas grandes cidades, é ai que a gente se engana! Pois recentemente em Parnamirim ocorreu um conflito de gangs entre escolas, e esse mesmo conflito já tinha sido divulgado, aonde?! REDES SOCIAIS!

Outro dia li a declaração de uma mãe que dizia: "Depois do surgimento das redes sociais, não temos mais como controlar nossos filhos". Mas e ai? o que podemos fazer para que não aconteça conosco? O que pode ser feio para evitar esses atos? Creio eu que tudo se resolve com um bom diálogo e uma boa educação. Proibir, ou brigar com os filhos por causa disso só faz piorar a situação. Uma boa conversa não machuca ninguém. E se isso não resolver é torcer pra que Deus os proteja e o livre do mal caminho! Por que essa bagunça formada nos meios virtuais, Só Deus sabe onde vai parar!


Meu nome é Marcelly Cristiny, tenho 20 anos e sou estudante de Ciências Contábeis. (carta publicada no jornal Tribuna do Norte em 05/09/2011 -Natal-RN-)